segunda-feira, 28 de março de 2011

Cajuzinho, saudades!

É Cajuzinho, eu gostaria de dizer que as coisas bonitas acontecem constantemente, mas seria apenas um conto de fadas. Há coisas boas nesta viagem e pessoas muito interessantes que cruzaram meu caminho, e posso até dizer que conheci mais pessoas de diferentes estados do Brasil aqui fora do que no próprio Brasil.
Das coisas boas desta viagem, poderia citar meu Dr. Owen Hunt, que me faz suspirar [olhos azuis celesteial; corpo definido pelo dia-a-dia, nada malhado, apenas comum; lábios rosas e carnudos, e uma barba -sempre por fazer - que me desconcentra]. E ontem eu tive uma prova real do quanto ele é HOMEM, e da coragem que tem para enfrentar qualquer tipo de situação, até mesmo se for necessário, agredir fisicamente quem tentar tirar o seu direito de ir, vir e viver.
Há também aquelas pessoas que me transmitem paz e que fazem com que eu me sinta em casa, e com quem criei uma relação familiar: almoçamos juntos, nos preocupamos um com o outro e estamos juntos sempre, pois sabemos que, fora do Brasil, só podemos contar com brasileiros, pois somos todos irmãos, porque se esperarmos pelos nativos, ou pelas autoridades, NUNCA teremos razão.Somos todos criminosos e errados, mesmo quando certo. Surge até uma certa raiva da política brasileira com estrangeiros, que abre a boca para os estrangeiros cagarem, enquanto os estrangeiros [alguns], quando recebem brasileiros, cagam na boca do brasileiro enquanto diz "engole a merda porque aqui tu não é ninguém". Mas estou guardando o meu rancor para, quando voltar ao Brasil, retribuir com o mesmo carinho [rancor mode ON. não me julguem, please!].
Meu único problema foi achar que tinha trazido do Brasil a minha família, a minha pessoa, aquele com quem eu poderia contar sempre que eu precisasse, mas ele se parece  mais com aquela roupa velha que não cabe mais, mas não conseguimos jogar fora. O que eu fiz? Deixei ele dentro do armário, dentro de um saco preto e cheio de nafitalina, para evitar que a traça como, sem ter a intenção de usá-lo novamente. Mas vai ficar lá, pois é o lugar dele.
Mas tudo aqui é alegria. Descobrindo novos lugares, nova língua, ampliando a minha visão de mundo e tentando fazer do meu mundo um lugar melhor. Desejando ardentemente amar e ser amado. Acho que mereço isso, não é? E seguindo feliz e tentando me organizar para poder ler vocês e ser lido também.
Desculpem os erros, mas é que estou escrevendo isso as 04h47, enquanto escrevo um maldito artigo [em espanhol,beijos] usando o google tradutor e esperando que o doutor me entregue todo riscado com meus erros gramaticais [pois escrever PREGUNTAR, PROPIO, MAS GRANDE, MAS PEQUEÑO, entre outros, me mata]. Volto burro para o Brasil.
BEIJOS!

10 comentários:

  1. Eita!!! Liga não que experiência não mata, só acrescenta... rs

    Abração!!!

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  2. "Mas tudo aqui é alegria."

    Não é o que os parágrafos anteriores transmitem. XD

    Fica bem ai.

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  3. E eu não posso nem dar colo essas horas :(

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  4. Aiin, que saudade de ti no meu blog, criaturaaaaaaa! Espero que os próximos dias sejam melhores que esses, porque você chega a se contradizer no seu post como alguém citou acima por aqui.
    E dizem, que quem aprende espanhol ai fora, fica burrinho no portuga mesmo haha. Beijos.

    *DB*

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  5. Menino, diante de tantas possibilidades vc está se apegando a estes pequenos detalhes? É fato q a saudade da terra, de pessoas, pode até bater mas nada q impeça a vivência de algo desta plenitude ... aproveite e viva ...

    bjão e te cuida

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  6. Faço minhas as palavras do Paulo B.
    E mais: Se Jogue!
    Bjs

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  7. Heeey, não some, viu? RIR tá chegando, tá chegando!

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  8. Lembrei de um amigo da faculdade que praticamente vê o espanhol como a melhor língua do mundo, rs. Quando a gente compara um idioma a outro é mesmo engraçado, haha. Que legal a leitura desse blog. =^)

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