sexta-feira, 15 de julho de 2011

the story

eu me encantei por você desde a primeira vez que eu o vi.
desejei ter você e ser parte de você. conquistamos algumas coisas juntos e estamos compartilhando momentos que levarei por toda a vida.
de tudo fica a certeza que é com você que eu quero viver grandes histórias e é para você que eu quero contar as minhas histórias. quero construir um futuro onde nosso amor será a base.
é a mais pura verdade. sinto que fui feito para você.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

amigo hetero

antes de tudo eu quero dizer que meu mundo é hetero. os amigos gays que tenho foram conquistados por aqui. e os gays que eu tinha próximo limitavam-se a 4 e moravam em aracaju e como eu havia voltado para a bahia, o contato se tornou virtual.
recentemente comecei amizade com um cara [hetero] e em umas das muitas conversas ele disse "nunca serei amigo de um gay. disse que é gay 'tchau!' e nunca mais olho na cara. porque gay é uma raça que não presta". neste exato momento o meu mundo desabou e o que mais me matou foi o meu silêncio diante de tal afirmação dele. eu tinha dois caminhos a seguir: contar a verdade e perder a amizade dele ou manter essa parte oculta.
Depois de um tempo pensando eu já sabia o que fazer e o fiz "Não podemos mais ser amigos!" falei na cara dele sem pensar. 
Ele me olhou surpreso e questionou "Tá doido? Por que?" 
E eu rebati "Porque você disse que não seria amigo de pessoas como eu. EU SOU GAY!". 
Ele me olhou surpreso e questionou se eu estava querendo dar alguma lição de moral nele e que eu não precisava mentir. Expliquei a ele toda a verdade e o dilema em que eu me encontrava e ele me silenciou dizendo "Cara, eu gosto muito de você, acho você um cara legal e já me habituei em estar com você. Eu sempre achei que você apareceu em minha vida para fazer uma mudança em mim, e, talvez, através de você, eu possa mudar o que eu penso em relação aos gays. Nada muda entre nós, desde que você me respeite."
E acreditem, tenho-o respeitado e ele não mudou e ainda me trata com muito carinho. Fazemos quase tudo juntos e ele ainda não se incomoda em ouvir sobre minhas aventuras. É claro que algumas vezes ele fala que "é uma sem-vergonhice" ou "eu tenho é nojo dessas coisas. isso não é de deus", mas depois retrata-se e diz "desculpa. eu não tenho nojo de você.lembre-se que eu estou me acostumando e isso ainda vai levar um pouco de tempo, afinal estou mudando conceitos de muitos anos".
E eu o compreendo e estou dando o tempo que ele precisa. Vez ou outra sou surpreendido por um abraço, um cafuné. E ele perdeu o medo de dividir a cama comigo, embora eu prefira dormir longe dele. BEM LONGE!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

tequila, ilustre desconhecido e as coisas do coração;

Estava em uma loja de bebidas e foi então que ele surgiu. Loiro, alto, olhos verdes e um sorriso capaz de aquecer e contagiar a qualquer um. LINDO! Acho que essa é a melhor descrição para ele.
Troquei olhares, mostrei interesse e senti uma certa reciprocidade, mas não investi. Caminhei para olhar as tequilas e fui surpreendido por uma pergunta "Você tem celular para me ajudar com uma conta?" eu ainda surpreso, saquei o celular do bolso e fiz as contas para ele e com ele. Sem mais, cada um foi para seu lado.
Voltei para ficar junto aos meus amigos e mais uma vez sou tomado pela surpresa "Droga, meu estou indo para o Brasil daqui a 4horas e não sei se fico aqui [na loja] e compro mais alguma coisa. O que você acha?" - indagou ele. Ainda assustado falei "Se quiseres me agradar pode comprar uma tequila e me dar". RIMOS! Ele se afastou e meus amigos questionaram de onde eu o conhecia e eu revelei que foi a primeira vez que eu o tinha visto. Antes de terminar a explicação ele [o ilustre desconhecido] sussurra em meu ouvido "Pode ir pegar a tua tequila. Está paga. É um presente." e saiu deixando-me embasbacado. Não perguntei seu nome, de onde era. Nada! E minha chance de revê-lo novamente era quase nula.
Mas ele voltou. Voltou com a desculpa de que tinha marcado com a sua amiga e a mesma sumiu. Disse-me onde morava, onde estudava e cercou-me de informações de onde eu posso encontrá-lo. Questionei porque ele não ligava para a amiga e ele disse "o celular dela está comigo". E foi-se meu lindo estranho em um táxi para se preparar para retornar ao Brasil, enquanto o meu amigo [oi?] insistia para que eu fosse embora.
Agora não sei o que pensar. Ajudem-me. Ele é gay e me queria ou ele é um hetero legal que agrada aos outros com presentes só por ter ajudado em uma conta? E outra: se ele tinha o celular dele e o da amiga POR QUE pediu o meu emprestado para fazer as contas?
Acho que só vou saber quando ele voltar, não é? Que venha 01 de Agosto.
Beijos, seus lindos!